• Um amor impossível: um grão de areia e uma estrela

    by  • 08/10/2008 • amor, Brasil, Carnaval, Casamento, Comportamento, Cultura, Cultura Popular, Educação, Folclore, MPB, Música, Poesia, Vida, Vídeo • 9 Comments

    A história de um amor impossível entre um grão de areia e uma estrela, cujo resultado é poéticamente surpreendente e que foi contada por Paulinho Soledade e Marino Pinto, na voz de Dalva de Oliveira.

    A música foi composta num ritmo meio em desuso hoje mas que na época, década de 1950,  quando marchinhas e marcha-rancho, como nessa música, eram os principais ritmos do carnaval carioca e, por isso,  era muito usado devido ao seu andamento que permitia contar histórias de uma forma compassada e sem muita pressa. Vale como registro histórico, essa que é uma das mais belas músicas do cancioneiro nacional.

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    9 Responses to Um amor impossível: um grão de areia e uma estrela

    1. 09/10/2008 at 13:08

      Uma bela historia, vou contar a minha irmanzinha , ela vai gostar …

    2. Andréa
      09/10/2008 at 21:56

      A letra é bela, e na voz de Dalva… fica tudo de bom!

    3. 09/10/2008 at 23:15

      Andréa,

      Confesso que temi receber algumas críticas do tipo “que coisa velha” e vai por aí. Mas, na verdade, essa música é muito bacana mesmo e a beleza está justamente na simplicidade.

      Beijos pra vocês aí.

    4. 11/10/2008 at 10:22

      Velha fico eu, Jorge! O mistério e a magia que moram nessa música tem o frescor daquilo que é imortal. Amei!
      Bjs e inté!

    5. Eduardo Araújo
      15/10/2008 at 13:41

      Música bonita e de qualidade nunca envelhece. E mais ainda quando toca o coração, com melodias e letras inspiradas, caso de Estrela do Mar, esta belíssima marcha-rancho.

      Aliás, Jorge, mencionemos que a Dalva de Oliveira foi uma intérprete magistral desse gênero, que, você bem falou, objetivava contar uma estória, um enredo, coisa impossível para as marchinhas rápidas.

      Tanto que essas marchas acompanhavam coreografias dos ranchos cariocas, com ápice na década de 30.

      Para finalizar: mesmo quando as letras são mais simples, o resultado é sempre tocante. Cito, a propósito, novamente a Dalva, interpretando Max Nunes e Laércio Alves na singela Bandeira Branca.

      Abraços (p.s.: descobri o seu blog via o Deus lo Vult!, do seu xará Ferraz).

    6. 15/10/2008 at 20:47

      Eduardo,

      Você tem razão. Eu acredito, também, que não se pode esquecer certas coisas de nossa cultura e, se possível, sempre fazer com que outras pessoas venham a conhecer essas passagens.

      Eu estive no blog do Xará ontem para falar sobre aquela balela de disco voador descendo, e ainda mais, com hora marcada. Então, também valeu, pois você passou a conhecer o meu blog. Espero que tenha gostado.

      Um grande abraço e obrigado pela visita e comentário.

    7. 18/04/2009 at 22:13

      Quiridos e quiridas…

      comprimentos !

      eu sou Timorrense, eu e militar da Timorrense agora estava em Jakarta para um curso da formacao sobre ao siguranca Maritima.

      portanto eu quero quinecer amuinto colegas das linguas portuguesa.

    8. 18/04/2009 at 22:19

      se temus a esprecao da spereincia porfavor mandar para mi.

      porque eu so gosta muinto de troca de informacao, e tambein eu aproveitar praticamos o meu lingua portugues porcaso que eu stava na fase de aprendizasen.

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