9 livros com títulos muito estranhos
by Jorge Alberto • 26/01/2012 • Livros • 2 Comments
Como foi possível publicar esses livros?
Dando sequência a uma postagem anterior do Recanto das Palavras, “Os 28 piores ou mais estranhos livros e suas capas” em que vários livros com nomes bizarros e estranhos foram listados, eis que surge uma nova leva de best-sellers, cujos títulos são mais estranhos ainda. Quase todos encontráveis na grande livraria virtual, que começa com A e termina com N.
Se Deus me ama, por que não posso manter meu armário aberto?
If God loves me, Why can’t I get my locker open?
Trata-se de um livro com cunho religioso. A dúvida é saber o que o armário tem a ver com isso.
Cozinhando com Pooh
Cooking with Pooh
Cabe uma explicação: a palavra (gíria) “poo”, em inglês, é o mesmo que caquinha. Porém, um personagem da Disney recebeu o nome de Pooh. Logo, confusões podem acontecer. Em uma forma de aproximar a compreensão dos lusoparlantes, ficaria mais ou menos assim: “O que seria do doce de coco com um acento? Resposta: uma m*.*rda”. Entenderam?
Aumento natural dos seios através da força do pensamento
Natural bust enlargement with total mind power
Bem, o autor Donald L. Wilson, M.D. (Ele não é pouca coisa não!) afirma que as senhoras, senhoritas e também as meninas de tromba – imagino que não sejam citadas no livro – podem usar o poder da mente, em cerca de 90% para aumentar o tamanho dos seus seios. Será que há algum exercício mental do tipo “Aumenta!” para ser praticado como se fosse um mantra? Haveria, quem sabe, um volume desse livro dedicado aos homens tidos como bimbinhas? O escriba virtual que vos informa fica tentado a prever o fim das fábricas de seios de silicone, mesmo aquelas que são corretas e não vendem produto de 3ª categoria.
Adeus, testículos
Good-bye, testicles
Pasme! É um livro infantil! Socorro!
A cafetina empreendedora
The Madam as entrepreneur
O subtítulo é de uma sutileza impar: Gestão de carreira em prostíbulos.
Excrementos no fim da Idade Média – A imundície sagrada e a fecopoética de Chaucer
Excrements in the late middle age – Sacred filth and Chaucer’s fecopoetic
Que nós sabemos que caquinha é adubo não é novidade. Agora, cá pra nós, tratar as fezes como algo, digamos, sagrado é ao meu ver um sacrilégio. Outro fato estranho é saber que Chaucer (1343-1400), o autor dos “Contos de Canterbury” – indico ver o filme do Pasolini – e considerado o pai da literatura inglesa está no meio dessa m*.*rda toda.
Como cozinhar maridos
How to cook husbands
Se o seu marido andou comendo fora, a senhora tem todo direito de corta-lo em pedacinhos e servir para suas amigas.
Fazendo streap-tease depois de 25 anos
Still Stripping After 25 Years
Que a autora, a senhora Eleanor Burns, queira lembrar os velhos tempos em que provocava gritos e sussurros em seus shows, nós não temos nada contra. Entretanto, 25 anos depois de pendurar os sutiãs, ela corre o risco de ouvir a seguinte pergunta feita por seu umbigo aos seus seios: “Ué, vocês por aqui?”. Música bem sensual de fundo…
Zen e a arte de soltar pum
The Zen of Farting
Tenho certeza que o autor, o mestre Reepa Gud Wan – se você pronunciar este nome corre o risco de… PUM – é daqueles que soltava um dentro do elevador. Não há atitude mais zen do que fazer cara de paisagem nessa hora, após cometer o ato socialmente reprovável, mas biologicamente aprovável, e perguntar quem está com a mão amarela.
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Os livros acima fazem parte do artigo “Books titles that make you wonder how they ever got published (35 Photos)”, encontrado no blog/portal The Chive. Como você puderam ver, eu só consegui traduzir esses aí de cima. Não conseguia parar de rir.

Aquele acima Como cozinhar maridos? deve ser para esposas zumbis, né? Tudo bem que a gente tem vontade de cozinhar esses seres uma vez ou outra, mas um livro específico sobre essa “arte” é novidade.
Enquanto isso, a gente pelejando pra escrever e fazer um bom enrendo sem ninguém para nos dar crédito. Ô vida!
Mas fazer o quê, né? Tudo é uma questão de quem decide o que editar.